Este artigo é uma tradução do original em japonês. Havendo divergência entre os dois, prevalece a versão em japonês. Leia o original em japonês(日本語版を読む)
Mesmo quando o visto é dispensado, o fiscal de imigração tem o dever de verificar se a pessoa não se enquadra em motivo de recusa de entrada, por isso perguntas ainda podem ser feitas. É importante estar preparado para explicar de forma concreta a finalidade da entrada, o período de estada, o local de estada e a situação financeira.
Caso de pessoa com nacionalidade de país isento de visto que quer saber que perguntas pode receber na fiscalização de entrada no Japão e como se preparar.
Porque a isenção de visto e a fiscalização de entrada têm finalidades diferentes, e a verificação é feita com todos que entram no país.
A isenção de visto (sob jurisdição do 外務省 / Ministry of Foreign Affairs) tem como objetivo promover a relação de amizade e o intercâmbio entre o Japão e o país parceiro. Já a fiscalização de entrada (sob jurisdição do 法務省 / Ministry of Justice) é feita para verificar, com base na lei japonesa, a finalidade da entrada e o plano de estada de todas as pessoas que entram no país. Mesmo quando o visto é dispensado, o fiscal de imigração tem o dever de verificar se a pessoa não se enquadra em algum motivo de recusa de entrada previsto na 入管法, e se está entrando com finalidade de 短期滞在, entre outros pontos.
Finalidade da entrada, período de estada, local de estada, situação financeira e histórico de entradas anteriores são os principais itens.
Evite dar respostas vagas ou mencionar uma finalidade que sugira trabalho, pois isso pode gerar desconfiança.
Podem ser citados: preparar os documentos com antecedência, vestir-se de forma asseada, ter atitude sincera e responder com honestidade.
Deixe organizados, para apresentar de imediato, o passaporte, a passagem de volta, as informações do local de estada e algo que comprove recursos suficientes para a estada. Uma roupa desleixada ou uma atitude arrogante pode gerar desconfiança, por isso mantenha um traje limpo e adequado. Uma atitude rude ou respostas vagas ao fiscal de imigração podem causar má impressão, por isso use uma linguagem sincera e educada. Se não entender a pergunta, não hesite em pedir para repetir, e responda com honestidade, já que mentiras ou omissões podem ser motivo de recusa de entrada.
Se, mesmo assim, a entrada for recusada, é preciso pedir a explicação do motivo e seguir as instruções dadas. Porém, a decisão final sobre permitir ou não a entrada cabe ao fiscal de imigração. Entre os motivos de recusa de entrada estão excesso de permanência anterior, trabalho ilegal, antecedentes criminais, suspeita de doença infecciosa e finalidade de entrada suspeita.
Ainda podem ser feitas perguntas. O fiscal de imigração tem o dever de verificar, com todas as pessoas que entram no país, se elas não se enquadram em algum motivo de recusa de entrada, entre outros pontos.
Isso pode gerar desconfiança, por isso recomenda-se evitar respostas vagas ou mencionar uma finalidade que sugira trabalho.
É preciso pedir a explicação do motivo e seguir as instruções dadas, mas a decisão final sobre a entrada cabe ao fiscal de imigração.
Este artigo traz informações gerais. As regras de imigração mudam e o resultado depende da situação de cada pessoa. Consulte o site do 出入国在留管理庁 ou procure um profissional habilitado.
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